Dia a Dia

Foto: Graziela Gilioli Ady Addor em foto de 2018.

Ady Addor: o legado de uma mestra

Ady Addor, grande mestra da dança brasileira, pioneira entre os bailarinos que fizeram sucesso fora do Brasil, morreu no último dia 2 de agosto, aos 82 anos. Com seu conhecimento exponencial sobre dança clássica, manteve-se aberta para adaptar seu vasto instrumental artístico às demandas dos bailarinos e autores contemporâneos. O legado de Ady pode ser melhor compreendido por meio de seu trajeto artístico, ressaltado em texto de Maria Claudia Alves Guimarães, e da maneira como transmitiu seus ensinamentos. Também são esclarecedores os depoimentos de quatro importantes artistas brasileiras – Iracity Cardoso, Mônica Mion, Lumena Macedo e Esmeralda Gazal – que conviveram com Ady em diferentes momentos.

Foto: Silvia Machado

GRUA (Gentlemen de Rua) estreia SETe nas ruas de São Paulo

Formado em 2002, o grupo reúne sete bailarinos que, quase diariamente, estarão apresentando a nova criação em 14 diferentes locais da capital paulista, que incluem desde avenida Paulista, a Praça da Liberdade e o Largo do Arouche, no centro, até o Largo da Batata em Pinheiros e a alameda Santo Amaro, na região sul da cidade. Em breve será lançado um filme sobre SETe, dirigido pelo cineasta Heitor Dhalia.

Foto: Julian Mommert Since she, de Dimitris Papaioannou, com Tanztheater Wuppertal de Pina Bausch.

Dimitris Papaioannou e Alan Lucien Øyen inauguram nova fase no Tanztheater Wuppertal de Pina Bausch

Pela primeira vez, a companhia formada por Pina Bausch em 1973 apresentará espetáculos concebidos por coreógrafos convidados – o grego Dimitris Papaioannou e o norueguês Alan Lucien Øyen. É um novo ciclo artístico para a Tanztheater Wuppertal, hoje formada por 37 dançarinos de três diferentes gerações e 19 países.

 

Foto: Fabio Pazzini Luis Arrieta em Fissura no Piche.

Festival Visões Urbanas chega à 11ª edição com programação intensa em espaços públicos de São Paulo

O evento concebido pela Cia. Artesãos do Corpo destaca a dança em paisagens urbanas de São Paulo, sob a premissa “dançar a rua, na rua, com a rua, para a rua, apesar da rua”. Em 2018, a programação terá extensão em Santos (SP) e recebe 16 companhias e artistas independentes, do Brasil, Espanha, Moçambique e Itália.

Foto: Cristiano Prim

Atravessamento de multiplicidades

Com dez bailarinos, seis músicos e uma cantora em cena, o espetáculo Será que É de Éter?, da Companhia de Dança Lápis de Seda, de Florianópolis (SC), propõe uma conexão binária entre dança e música ao vivo, fazendo pensar sobre resiliência, vida e arte.