Reportagem / Entrevista

Foto: Gal Oppido Foto: Gal Oppido Fernando Lee em cena de Montestoria

Núcleo OMSTRAB: 20 anos

Fernando Lee fala sobre o grupo paulistano, um dos primeiros a explorar a temática urbana.

Foto: Nellie de Boer Foto: Nellie de Boer Michelle Moura (à direita) e Clara Saito em BLINK

Michelle Moura: um sonoro não-piscar de olhos

Em BLINK, sua nova criação, a artista da dança de Curitiba explora o movimento das pálpebras e suas consequências corporais.

Em entrevista, ela fala sobre seu processo de trabalho.

 

Foto: Jônia Guimarães Foto: Jônia Guimarães Wagner Schwartz em Piranha

Wagner Schwartz: um corpo em trânsito entre a dança e a literatura

Autor de solos apresentados em retrospectiva na Bienal Sesc de Dança 2015, Schwartz continua em destaque até o fim do ano.

Em São Paulo, após apresentações no Sesc Ipiranga, estará na programação do Festival Contemporâneo de Dança. Em entrevista, ele fala sobre sua trajetória e evolução artística.

Foto: Clarissa Lambert Foto: Clarissa Lambert Mikhail Baryshnikov em São Paulo, durante a temporada da peça The Old Woman no Sesc Pinheiros (julho/2014)

A eterna reinvenção

“Se você não tem qualquer caminho que lhe faça sentido, a não ser a dança, então vá em frente”, diz Mikhail Baryshnikov.

Na entrevista que concedeu ao Conectedance durante a temporada da peça The Old Woman em São Paulo, no Sesc Pinheiros, Baryshnikov fala das demandas da dança e do trabalho de fomento que ele desenvolve em Nova York, no Baryshnikov Arts Center.

Foto: Miro Ito Foto: Miro Ito Lori Belilove em Revolutionary, de Isadora Duncan.

Isadora vive. Na Bahia

Isadora Duncan esteve em turnê pelo Brasil em 1916 e se apresentou em Salvador (BA), no extinto Teatro São João. O que mais lhe chamou atenção foi o fato de um negro e uma branca dividirem a mesma mesa de bar. Se fosse viva, talvez se surpreendesse também com os desdobramentos que seu trabalho tem tido na capital baiana. É o que revela a reportagem de Emanuella Kalil.

Foto: Divulgação Cena do festival Visões Urbanas Cena do festival Visões Urbanas

A dança está nas ruas de São Paulo

Em lugares diferentes, como Páteo do Colégio, Estação da Luz, estação Brás do metrô, performances de dança estão interferindo na rotina da metrópole paulistana. Por iniciativa de Mirtes Calheiros e Éderson Lopes, do grupo Artesãos do Corpo, o festival Visões Urbanas chegou à sua quinta edição para fazer do espaço urbano o ponto de partida de criações coreográficas integradas à arquitetura. Com proposta semelhante, o grupo Damas em Trânsito e os Bucaneiros, dirigido por Alex Ratton, tem marcado presença em locais públicos de São Paulo com apresentações de Duas Memórias, cujo ponto de partida é a música de Chiquinha Gonzaga.